17 de novembro de 2010

Continuo a ter 10 anos



   Quando esta música foi lançada tornou-se logo numa das melhores músicas do século. Eu cá acho que é pelo refrão, que, fonéticamente falando, é mais ou menos isto: "yoooo má stttáa,sharironnn mii naaauuu, laaaove for ones too found, i need for you, cause your maiii shiring stááaa". Vá lá, admitam, que tal como eu, só quando cresceram é que perceberam realmente o que é o que vocalista estava a dizer. Acredito que, para todas as crianças abaixo dos 12 anos de idade, fazia imenso sentido o "shariron mi nau".
   Não se enganem a vocês mesmos, sei que não era a única a achar que isto estava bem dito e a achar que fazia um "figurão" a cantar esta música.

9 de novembro de 2010

Problema de Definição

   Bom, em primeiro lugar, quero fazer um anúncio: irei iniciar uma nova fase deste blog, onde não só irei por todo o género de coisas "interessantes" que me acontecem, como coisas que eu mesma acho "interessantes", nomeadamente as letras das músicas.
   Os lyrics das músicas têm muito que se lhes diga, já que têm de corresponder a uma certa métrica, às vezes as próprias canções ficam estranhas e não se percebe bem a letra.

    Exemplo:

    Reparem que aos 1 min e 15 segundos, o grupo Azeitonas canta o seu referão..."Quem és tuuu, miúraaaa?" Miúra? Não era "miúda"?
(espero que nunca mais consigam ouvir esta música como era antes!MUAHAHA!)

   Miúra é um tipo de touros. E com esta me despeço e deixo-vos a pensar.

4 de novembro de 2010

Orgulhosa e com Saudades do Traje

  Estavamos na semana académica e eu, como boa estudante universitária que sou, ia trajadissíma (nem a colher faltou: obrigada F.!). Bom, lá ia eu, subindo as escadas da estação de metro do Campo Grande, orgulhosa e cheia de dores nos pés (graças aqueles lindos sapatinhos). Passado um bocado, veio o metro. Sentei-me ao fundo da carruagem, já farta daquele sorriso patético que fazem quando nos vêem trajados (uns porque se lembram dos seus gloriosos tempos de faculdade, outros porque têm filhos ou netos na mesma situação, e outros ainda porque ficam ansiosos que os seus descendentes cheguem ao nível minímo exigido para que possam trajar, vá-se lá entender esta gente!). Ao meu lado sentou-se um senhor de meia idade e ar bonacheirão.
   - Menina, tem a capa a arrastar no chão. - reparou ele.
   - Oh!Tem razão. - disse eu, pouco surpreendida, já que estou acostumada ao meu metro e meio e à imensidão da capa, arregaçando-a rapidamente.
   - Menina, acha que posso segurá-la por si?
   Fiquei comovida, e deixei de ter dores nos pés e saí do metro a sorrir.

100 Anos de Vírgula

A vírgula pode ser uma pausa... ou não:

"Não, espere."
"Não espere.."


Ela pode diminuir o seu dinheiro:

"23,4"
"2,34"


Pode criar heróis:

"Isso só, ele resolve."
"Isso só ele resolve."


Ela pode ser a solução:

"Vamos perder, nada foi resolvido."
"Vamos perder nada, foi resolvido."


A vírgula muda uma opinião:

"Não queremos saber."
"Não, queremos saber."


A vírgula pode condenar ou salvar:

"Não tenha clemência!"
"Não, tenha clemência!"


Uma vírgula muda tudo!



Coloque uma vírgula na seguinte frase:
"SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA."


Se for mulher, certamente colocou a vírgula depois de "mulher".
Se for homem, colocou a vírgula depois " tem".

3 de novembro de 2010

Compensação :)


"Aprecio o teu dom de tornar,num clíque, o meu falar, em total confusão (...)"

Receitas da Avó

   Há quanto tempo! A última vez que escrevi, ainda a minha vida cheia de cenas engraçadas, agora esforço-me para ter uma vida, qualquer uma que seja fora da faculdade... O mais provável é já ter "perdido toda a clientela" que aqui vinha com alguma regularidade. Bom, nunca é tarde demais para voltar.
   Admito que já há muito tempo que não pensava no blog, até a minha querida avó E. ter vindo passar uma temporada cá a casa (é verdade: os avós são sempre um ponto de interesse na vida pouco activa de uma estudante de Direito).
   Como estava a dizer, a minha avó E. veio passar uns dias cá a casa, e como todas as avós que se prezam, cozinha maravilhosamente! Desde lulas guisadas, a coelho, passando claro, pelo cozido à portuguesa, a minha santa avó faz tudo divinalmente - se não têm uma avó que cozinhe espectacularmente, arranjem uma, não sabem a falta que vos faz!
   É claro que eu, T., não "pesco nadinha de cozinhados", é que nada mesmo...Eu nem seguindo as receitas passo-a-passo!Nem o "Mestre Cozinheiro" ou o "Pantagruel" me salvam... Sou uma verdadeira desgraça e por isso é que pedi à minha avó que me ensinasse a sua famosa (e apreciada) receita de coelho à caçador. Vou transcrever a receita, que a avó me deu:
  
   - Temperar o coelho, de um dia para o outro. No dia seguinte, deitar o coelho num tacho com umas cebolas e pão frito e deixar apurar.

   Traduzindo:  não sei fazer coelho, nem me atrevi a tentar.

17 de agosto de 2010

4 Horas e 1 Festa

   Descobri uma receita espétacular! Chama-se: 4 horas e 1 festa. Já a experimentei e tudo! Foi na festa de aniversário do meu pai, onde, no próprio dia o homem nem velas para apagar tinha. Vou deixá-la para que, se algum dia, por algum motivo, tiverem de preperar uma festa, não se percam e sejam objectivos.

   1º É claro que o número 1 da lista são os convidados, não há festa que dure sem convidados. Podem ser família ou amigos, mas garanto-vos que convidar a família é sempre uma aposta mais segura. Qual é o tio que não se sente embaraçado por faltar ao aniversário do seu único sobrinho? Enfim, a família larga tudo quando se trata de festa! Bom, convidem as pessoas, sentem-nas confortavelmente e aguardem.

  2º Adicionem o bolo. Há vários que se podem escolher, mas lembrem-se que o fundamental é escolher um sabor que o aniversariante goste, um que não tenha ingredientes aos quais algum convidado seja alérgico e um desenho adequado à idade (se o vosso filho fizer 30 anos, por favor esqueçam os bolos com campos de futebol, é foleiro). Juntem, cuidadosamente, à sala o bolo. Dica culinária: Podem acrescentar as velas, dão sempre um toque bonito.

  3º  O presente... E aqui é que "a porca torce o rabo". Dica culinária: Para se escolherem bons presentes não nos deveremos dirigir ao supermercado. Acabamos sempre por trazer uma porcaria qualquer, sem jeito nenhum. Vá, não custa nada ir ao centro comercial.

  4º  Aos passos anteriores adicione decorações a gosto. Polvilhe toda a sala uniformemente.

  5º  Acrescentem uma bela dose de paciência, porque não se esqueçam que vão ter de limpar.

   Agora basta levar ao forno e esperar 4h. Et voilá! Uma festarola para toda a gente!

23 de junho de 2010

Fora de tempo,mas não tem problema!

   Bem, este é um vídeo que de facto não vem na melhor altura, mas achei que era importantíssimo dá-lo a conhecer ao mundo, ou melhor, às  3 pessoas que por aqui passam de vez em quando.
   Voltando ao vídeo, deixem-me avisar-vos que é um vídeo com um cântico de Natal (daí vir fora de tempo). E sim, também concordo que o Natal, em especial as canções de Natal, podem ser uma chatice, mas não quando são cantadas pelo Günther!
   Vejam vocês mesmos!;)


Sejamos sinceros, ao menos o cantor teve o cuidado de nos avisar logo no primeiro minuto que é uma canção de Natal!

5 de junho de 2010

Até daqui a 15 dias :)

 Caros "clientes", lamentamos mas estaremos encerrados para exames nos próximos 15 dias.  Nomeadamente exames de Química e Física. Prometemos ser breves e não morrer de "overdose de conhecimento".
   Com os melhores cumprimentos,

A gerência

1 de junho de 2010

Ocorreu-me agora mesmo...

   Não serei certamente a primeira pessoa a reparar que estamos no ano de 2010. O que marca aqui uma transição entre as décadas de ... Ahn?! Bem... As décadas de quê? De "zero" e "dez"? Nem sei o que mais se poderiam chamar. Mas alguém diz que nasceu na década de zero? Zero?! Ou podemos dizer que certo vestido tem um estilo muito dos "dez"? Estou baralhada. É que nem nunca ninguém se interessou por nada oriundo destes anos. Vejamos no século passado:
   Temos a década de 20, ou os "Loucos Anos 20", marcados pelo pulsar da vida, pela liberdade.
   As décadas de 30 e 40, cujas divas nos fazem sonhar.
   Temos a década de 50, o nascimento do Rock.
   Temos as décadas de 60 e 70, "Peace and Love", que nos levam às revoluções e manifestações.
   A famosa década de 80, a revolução completa da música, da moda, do estilo de vida.
   A década de 90. E desta basta dizer uma palavra: Matrix.

   Enfim, toda a gente sabe identificar pelo menos um ícon de cada uma das datas de cima. Mas e dos anos "zero"? E dos anos "dez"? Não aconteceu rigorosamente nada. São 20 anos em que a sociedade está morta. São ali 20 anos que não interessam a ninguém.
   Preocupa-me que a língua e a gramática em geral desprezem com tanta frieza os inícios dos séculos. É uma pena, têm potencial.

19 de maio de 2010

Esta também era uma boa Comédia Romântica :)

   Há bués da time havia uma garina, cujo cota já tinha esticado o pernil, e que vivia com a chunga da madrasta e as melgas das filhas dela.
   A Cinderela, Cindy p'ós amigos, parecia que vivia na prisa, sem tempo para sequer enviar uns mails. Com este desatino só lhe apetecia dar de frosques, porque a madrasta fazia-lhe bué de cenas. É então que a Cindy fica a saber da alta desbunda que ía acontecer: uma party! A gaja curtiu tótil a ideia, mas as outras chavalas cortaram-lhe as bases.
   Ela ficou completamente passadunte, mas depois de andar à toa durante um coche, apareceu-lhe uma fada baril que lhe abichou uma farda baita bacana e ela ficou a parecer uma g'anda febra.
   Só que ela só se podia afiambrar da cena até ao bater das 12. A tipa mordeu o esquema e foi para a borga, sempre a abrir. Ao entrar na party topou um mano cheio do papel, que era bom comó milho e que também a galou. Aí a Cindy passou-se dos carretos e desbundaram "ól naite long", até que ao ouvir as 12, ela teve de se axandrar e bazou. O mitra ficou completamente abardinado quando ela deu de fuga e foi atrás dela, mas só encontrou pelo caminho o chanato da dama.
   No dia seguinte, o gajo, com uma alta fezada, meteu-se nos calcantes e foi à procura de um chispe que entrasse no chanato. Como era um alta cromo, teve uma vaca descomunal e encontrou a maluca, para grande desatino das outras fatelas que tiveram um g'anda vaipe quando souberam que eles iam juntar os trapos. No fim, a garina e o chavalo curtiram largo e foram bueréré de felizes.

Hoje fui ao chinês!

   "Hoje fui ao  restaurante chinês"! É uma frase que é ouvida com frequência. Mas não! Nem todos se referem ao chinês de M. City, o melhor restaurante de comida tipicamente chinesa ("aportuguesada"). O "Mei-Mei", tem um certo encanto, com o seu belo aquário - sem peixes, note-se! - e os seus lustres dourados, cheios de pó. Mas não são só os paineis com pandas e carpas koi, desenhados a aguarela que me fascinam, a própria Sra. Z., dona do estabelecimento, é deveras interessante. Todo aquele seu jeito, completamente oriental, a maneira como diz "Pato com Lalanja" ou "Galinha com Ananaché", tudo aquilo me fascina. De tal forma que poderia passar o dia inteiro a pedir pratos só para a ouvir dizer: "amendóas".
   Bom, foi num dos dias em que me dá um "desespero por comida chinesa" que quase me chateei com a Sra. Z.. Pedi o meu usual "Chao Min de Gambas" e uma tigela de "Arroz Chao-chao".
   "Quê?Alôz e massa?!" - empertigou-se a Sra. Z., não acreditanto.
   "Sim, uma dose de "Chao Min" e uma taça de arroz." - confirmei.
   "Mas...mas, não pode comer alôz e massa!" - Sra. Z.
   "Como?Minha senhora, eu pago tudo, mas traga-me a taça de arroz e a massa!!" - Eu, com o "estômago colado às costas", de tanta fome que tinha.
   "Mas chinês não mistulale alôz e massa!Ou alôz ou massa!Também comêle alôz e patata?Calne e peixe?"
   "Não..." - respondi meio a medo, ouvem-se tantos mitos sobre os chineses. Lembrei-me logo que poderia acordar no dia seguinte (ou nem acordar!), numa banheira com gelo, sem um rim, um pulmão e careca. O facto é nunca me tinha dado ao trabalho de pensar sobre isso, há realmente coisas que não se misturam, mesmo que se comam assim há anos.
   Acabei por ir comer um hamburguer.

16 de maio de 2010

Quê?Os Açores são Portugal?

   Isto de ser açoreana tem muito que se lhe diga. Sempre que alguém "descobre" as minhas origens, tenho vontade de partir um serviço de pratos. Sinceramente, esta gente não percebe que nos Açores se fala a mesma língua que em Portugal? Mais! Que os Açores são Portugal?!Querem que fale com sotaque, pois tenho resposta: "Querem falar comigo, estejam calados!". Enfim, todas as estrelas de comédias românticas têm um segredo. Vejam o vídeo e deliciem-se... ;)



9 de maio de 2010

Canja de Galinha vs. 'Cranianos'

   A N. é das pessoas mais importantes no meu dia-a-dia. Se ela fosse uma personagem duma comédia romântica seria um misto entre a amiga loira com défice de inteligência que telefona, desesperada, sempre que vê no chão uma forma de uma pessoa escura, que imita todos os seus movimentos; a amiga divorciada, que telefona sempre que o marido não paga uma prestação da pensão; e a amiga chata, que telefona só por telefonar. A N. não conversa com as pessoas…Debita o que lhe vai na alma! E geralmente não é coisa boa! Às vezes tenho a sensação que a senhora não vem para minha casa para trabalhar, mas para vir a uma consulta de psicologia. É que não falha!A pergunta é sempre a mesma: "Então N. está tudo bem?" e a resposta tem algumas variações, mas o contéudo é sempre idêntico: "Ó filha, quem me dera a mim que estivesse tudo bem!Nem sabes o que me aconteceu hoje!" e prossegue com a descrição detalhada da desgraça do dia.
   Mas enfim, como toda a gente a N. não tem só defeitos! Se está a chover, quando chego a casa tenho uma bela sopa quentinha para me aquecer o espírito e roupa seca a jeito. Além disso, a N. é um óptimo tema para escrever. Tem sempre as histórias mais macabras e impossíveis, para além do seu fantástico português. "T., nem sabes o que se me aconteceu hoije de manhã. Ia tendo um princípio de ABS, a minha sorte é que estava um 'craniano' para me ajudar". A sorte da senhora é que esses estrangeiros que vêm da Crânia (?), são simpáticos e ajudam pessoas com princípio de ABS (seja lá isso o que for!). Enfim,o que uma pessoa atura...

7 de fevereiro de 2010

Avô Avant Garde

   Aqueles que convivem normalmente com os avós e estão habituados a visitá-los e ajudá-los em tudo, sabem que são uns fofinhos. São mesmo! Dão nos sempre - independentemente da idade - 10 euros para "comprar um geladinho", fazem sempre a nossa sobremesa preferida e, se tivermos a sorte de lá passar a noite, deixa-nos dormir para lá do meio-dia. Os meus avós, que mudaram recentemente de casa, até escolheram os sofás de acordo com uma dica de decoração minha e tudo!Claro que, 15 dias depois, tiveram de trocar os sofás, porque "tinham as costas esquisitas"... Enfim, o que interessa é que eles fazem tudo para mostrar que gostam de nós. Incluindo dizer-nos frases de profundidade e coerência duvidosas, que nos devem fazer pensar acerca da nossa atitude na vida, tais como: "Nunca dês um passo maior que a perna!" e "Pensa, quem pensa que pode!". Ok. Admito que nem todos os avós digam estas coisas, mas o meu diz, e acredito que se as estrelas de comédias românticas tivessem avós, eram como o meu avô S..
   O meu avô, tal como todos os outros, suponho eu, é velho. E ser velho é complicado, especialmente porque começamos a ficar mais exigentes e a queixar-nos de tudo, nomeadamente do tempo: "Tem estado muito mau, é uma chatice!" e acrescenta a minha avó: "Nem dá para secar a roupa!". Bom, ao fim de alguns entreolhares, lá decidimos que eles precisavam de uma máquina de secar a roupa. Fomos comprá-la e quando a instalámos, explicámos o seu funcionamento:
   Nós: - Põe-se a roupa no tambor, carrega-se neste botão, roda-se o outro e a água que sai da roupa acumula-se neste reservatório em baixo. Percebido 'vó?
   Avó O.: - Sim, claro!
   Nós: - Percebido 'vô?
  Avô S.: Sim!Portanto, põe-se a água no reservatório...Ahn, e depois? 

28 de janeiro de 2010

Crises existenciais

  Pois é, todos nós em certas alturas da nossa vida nos deparamos com perguntas para as quais não temos resposta, correcto? Do estilo: «Quem sou eu?»; «De onde venho?»; «Qual o real sentido da vida?», e outras que tais. Felizmente, para nos ajudar a superar esses momentos, temos verdades factuais e inalteráveis, como por exemplo: «A Terra gira à volta do Sol, todos os dias.»; «O meio-dia é sempre às 12H.»; «O dia de Natal é sempre a 25 de Dezembro.» e «Os Citroën Dois Cavalos têm 2 cavalos de potência, daí o seu nome.». Enfim, a vida corre bem e o sol continua a brilhar...
  Fiquei em choque: «O quê?!Os "Dois Cavalos" não têm realmente 2 cv de potência?».
  Comecei a tremer.
  A única coisa que eu percebo de carros é essa história dos cavalos e da potência. Para mim, mais cavalos implicam mais potência e consequentemente, tornam o automóvel melhor e mais caro. E é o que me basta saber. Mas aquilo não ficava assim. «Como é que os "Dois Cavalos" não têm só 2 cv?Isso não faz sentido nenhum!Se tivessem 34 cv chamavam-se "Citroën Trinta e Quatro Cavalos"!»
  É verdade, é. Já fui pesquisar. Os "Dois Cavalos" têm mais de 2 cv de potência (já que se só tivessem 2 chegariam, no máximo, aos 30 km/h), chamam-se assim, vá-se lá saber porquê...Para nos enganar talvez. Quanto a mim, estou destroçada.

26 de janeiro de 2010

Todas as vidas dão bons filmes

  Todas as vidas dão bons filmes. Uns são dramas perfeitos, outros autênticas comédias. Há aqueles cuja vida é obscura e tenebrosa, qual “thriller”, e os outros em que todos os dias são de pura paixão…Pois bem, se a minha vida fosse um filme, era concerteza uma comédia romântica!
  As comédias românticas são aqueles “filmezinhos” em que toda a gente chora e toda a gente ri (ou sorri, pelo menos). Quem é que não se identifica, com a protagonista distraída que entorna café no vestido de noiva da melhor amiga e acaba por arruinar toda a festa - porque entretanto pegou fogo às toalhas, embebedou o padre, partiu um dente ao menino das alianças e caiu dentro de um lago - e que, quando tudo parece perdido – e é nesta parte que chove, sempre, em qualquer filme desta categoria - apercebe-se que está perdidamente apaixonada pelo padrinho, do enteado, do cunhado, do noivo? Quem é que nunca “apalpou” um desconhecido por engano? Ou a quem é que o primeiro beijo correu bem? A mim não foi…Escorreguei e abri o queixo num degrau, mesmo à filme. :)