23 de junho de 2010

Fora de tempo,mas não tem problema!

   Bem, este é um vídeo que de facto não vem na melhor altura, mas achei que era importantíssimo dá-lo a conhecer ao mundo, ou melhor, às  3 pessoas que por aqui passam de vez em quando.
   Voltando ao vídeo, deixem-me avisar-vos que é um vídeo com um cântico de Natal (daí vir fora de tempo). E sim, também concordo que o Natal, em especial as canções de Natal, podem ser uma chatice, mas não quando são cantadas pelo Günther!
   Vejam vocês mesmos!;)


Sejamos sinceros, ao menos o cantor teve o cuidado de nos avisar logo no primeiro minuto que é uma canção de Natal!

5 de junho de 2010

Até daqui a 15 dias :)

 Caros "clientes", lamentamos mas estaremos encerrados para exames nos próximos 15 dias.  Nomeadamente exames de Química e Física. Prometemos ser breves e não morrer de "overdose de conhecimento".
   Com os melhores cumprimentos,

A gerência

1 de junho de 2010

Ocorreu-me agora mesmo...

   Não serei certamente a primeira pessoa a reparar que estamos no ano de 2010. O que marca aqui uma transição entre as décadas de ... Ahn?! Bem... As décadas de quê? De "zero" e "dez"? Nem sei o que mais se poderiam chamar. Mas alguém diz que nasceu na década de zero? Zero?! Ou podemos dizer que certo vestido tem um estilo muito dos "dez"? Estou baralhada. É que nem nunca ninguém se interessou por nada oriundo destes anos. Vejamos no século passado:
   Temos a década de 20, ou os "Loucos Anos 20", marcados pelo pulsar da vida, pela liberdade.
   As décadas de 30 e 40, cujas divas nos fazem sonhar.
   Temos a década de 50, o nascimento do Rock.
   Temos as décadas de 60 e 70, "Peace and Love", que nos levam às revoluções e manifestações.
   A famosa década de 80, a revolução completa da música, da moda, do estilo de vida.
   A década de 90. E desta basta dizer uma palavra: Matrix.

   Enfim, toda a gente sabe identificar pelo menos um ícon de cada uma das datas de cima. Mas e dos anos "zero"? E dos anos "dez"? Não aconteceu rigorosamente nada. São 20 anos em que a sociedade está morta. São ali 20 anos que não interessam a ninguém.
   Preocupa-me que a língua e a gramática em geral desprezem com tanta frieza os inícios dos séculos. É uma pena, têm potencial.